Como se preparar para o Enem 2020?


Com a pandemia do novo coronavírus, estudantes do mundo inteiro foram afastados da escola. Algumas instituições, como o Colégio Novo Pátio, estavam preparadas para a situação, por já terem a tecnologia como ferramenta educacional e formação adequada dos professores para aplicar as inovações tecnológicas ao projeto pedagógico. Esse grupo privilegiado de alunos conseguiu manter seus estudos em dia mesmo com o isolamento social e fechamento dos espaços físicos dos colégios. 

Aqui no Novo Pátio, compartilhamos semanalmente com nossos alunos o cronograma de atividades: aulas ao vivo em plataformas digitais, vídeo-aulas gravadas, encontros síncronos para tirar dúvidas e refletir sobre os conteúdos e a realidade atual, roteiros de estudos e até momentos específicos de preparação para os vestibulares e Enem. 

A partir de nossa experiência, listamos algumas dicas para os jovens continuarem estudando e se prepararem para o Enem, a maior prova nacional para ingresso nas universidades:

  • Estabeleça uma rotina diária, com horários para dormir e acordar. Reserve as manhãs para estudar, seja revisando as matérias já aprendidas ou pesquisando novos temas;
  • Monte um grupo de estudo com alguns colegas e defina um ou dois horários na semana para se encontrarem virtualmente e debaterem um tema ou conteúdo escolar;
  • Se sua escola não disponibilizar aulas à distância, recorra à internet. Há uma série de plataformas e sites com conteúdos do Ensino Médio e materiais de preparação para o Enem;
  • Leia! Livros, jornais, sites de notícias e de análises políticas, econômicas e sociais. Esse é um ótimo caminho para você ir bem na redação;
  • Estabeleça também horários para descanso e lazer, converse com seus amigos e, se possível, faça atividades físicas (mantendo o afastamento mínimo de 2 metros de outras pessoas).

Manter a rotina de estudos durante a quarentena parece difícil no início e exige dedicação, mas tenha certeza de que o esforço valerá a pena e fará a diferença logo mais, com seus resultados no Enem e vestibulares. Boa sorte!

Sobre a adolescência

O que é ser adolescente em nosso tempo?

É um tempo de reclusão, introspecção, é um momento, um fenômeno?

É uma travessia. Uma experiência?

É uma mudança, um afastamento?

A adolescência é o período de transição entre a infância e o mundo adulto.

O jovem vive um luto pela criança que já não é mais e um intenso trabalho psíquico para compreender o novo corpo que emerge. Há também que aprender a falar em nome próprio, perceber que os pais são falíveis e criar novas possibilidades para si e para os outros.

Somam-se a esse momento as novas formas de interagir e transitar colocadas pela internet.

Para que os educadores possam atuar e entender esse tempo em que vivemos são necessárias algumas reflexões:

Habitamos dois espaços ao mesmo tempo. Estamos no mundo virtual, vivendo o mundo real, usando a mesma lógica temporal. Como é possível? Onde estamos de fato? Onde nos encontramos com nossos adolescentes? No mundo virtual, no mundo real? O mundo virtual deles é o mesmo mundo que habitamos? Conhecemos o mundo deles? Conhecemos os dois mundos?

Há uma visível mudança no comportamento em nossa sociedade, com impacto em nossa forma de conviver.

Hoje, o sujeito moderno é um sujeito da informação – sabe muitas coisas, passa seu tempo buscando informação. Mas, como transformar tal informação em experiência?

A experiência é a possibilidade de que algo nos aconteça ou nos toque, requer parar para pensar, parar para olhar, parar para escutar, suspender o juízo, cultivar a atenção e a delicadeza, abrir os olhos e os ouvidos, cultivar a arte do encontro, ter paciência e dar-se tempo e espaço.

Por ser um período de ruptura, a adolescência traz também certa introspecção e uma dose de tristeza. Nossa cultura está bastante voltada para o hedonismo, com quase nenhum espaço para o sofrimento. Numa sociedade onde felicidade é o mote, a tristeza deve sempre ser corrigida e a Ciência oferece uma gama de medicamentos para isso. Nesse cenário, a fala é fundamental para eles organizarem as ideias e sentimentos e darem significados as suas angústias e reflexões.

Muitas vezes, temos a ideia de que a adolescência é um período de total felicidade, mas há muito se passando em suas vidas e mentes. É o momento em que o jovem olha para os valores e princípios recebidos e avalia quais lhe servem realmente.

Manter um canal de comunicação claro e eficaz com os adolescentes é desafio e missão de todos os educadores. É necessário ter abertura e compreensão. Os adolescentes precisam da figura do adulto, que lhes dê segurança e zele por eles, problematizando o social. Dando a eles a palavra e deixando que falem por si. Que acolha sua fala e se esforce para compreender sua posição e sentimentos, levando a sério seus problemas e apontando novas possibilidades.

Tão importante quanto a conversa e os limites acordados é a presença. A proximidade dos educadores nesse momento traz segurança, os ajuda a escolher caminhos e a construir projetos de vida.

Não podemos perder o potencial dos jovens.

Qual é esse potencial?

O papel do jovem é inventar o novo.

Nosso mundo está acolhendo essa função do jovem, está favorecendo que ele tenha um lugar?

Educar um jovem adolescente é apresentá-lo ao mundo, mas é também apresentar o mundo a ele.

Que mundo, então, estamos apresentando para eles?

Como estamos agindo nessas transformações? Como espectadores? Estamos tendo tempo para pensar e refletir e, a partir daí, escolher como queremos agir? Estamos atuando? Estamos usando nossos recursos e saberes que construímos ao longo de nossa história?

É tempo de escolhermos que mundo queremos apresentar aos nossos jovens e nos permitirmos participar desse momento como sujeitos da experiência. E cultivar esse encontro com o novo, com o novo “jovem” que está surgindo.

“A adolescência dura apenas um tempo e o tempo é seu melhor remédio”.

Bibliografia

Texto de referência:

Sobre la experiencia – Jorge Larrosa

Telas: janelas para o Ensino Médio durante a pandemia


A pandemia de coronavírus alterou drasticamente a rotina de praticamente todos os países do mundo. Segundo a Unesco, quase 92% dos alunos de 192 nações, incluindo o Brasil, estão com as escolas fechadas. São mais de 1,5 bilhão de estudantes sem aula e os impactos disso sobres eles ainda são incertos. Para minimizar a distância de nossos adolescentes do colégio e manter seus estudos em dia mesmo durante a crise, lançamos mão de nosso know how em metodologias ativas e tecnologia educacional para iniciar as ações de ensino a distância imediatamente após o fechamento de nosso espaço físico.

O Colégio Novo Pátio já nasceu com a proposta de aplicar a tecnologia à educação de forma inovadora, favorecendo as metodologias ativas e a aprendizagem significativa. Desde que abrimos as portas, investimos constantemente em recursos físicos e em treinamento e capacitação da equipe pedagógica para a tecnologia educacional. Essa experiência acumulada nos permitiu estruturar em tempo recorde um plano pedagógico especial e atividades a serem desenvolvidas à distância, até que possamos estar próximos fisicamente de novo.

Além do investimento financeiro nas plataformas e infraestrutura necessárias, nossos professores, coordenadores e diretores têm dedicado muito tempo e determinação para que os encontros síncronos, roteiros de estudos dirigidos e atividades para casa sejam significativos aos adolescentes e mantenham nosso compromisso com a formação cultural e acadêmica de qualidade. Em cada encontro virtual com nossos alunos, cuidamos para tratar dos conteúdos do currículo e prepará-los para os processos seletivos das universidades, mas também para abraçar, acolher e convidá-los a refletir sobre as questões socioemocionais que nos envolvem nesses tempos difíceis.

Rotina

Para Marlene Desidério, diretora do Colégio Novo Pátio, o primeiro grande desafio para o sucesso do programa à distância que vem sendo desenvolvido nas últimas semanas foi superado: o estabelecimento de uma rotina de estudos com os adolescentes. Mesmo em casa, os alunos têm um cronograma de atividades que engloba o mesmo horário das aulas presenciais pela manhã e do Grupo de Estudo Orientado (GEO), à tarde. 

A cada semana, as turmas recebem um calendário com os dias e horários das aulas online em tempo real, das videoaulas gravadas, dos chats e dos roteiros de estudo. Na prática, todos devem “estar presentes” nos horários de funcionamento do colégio. Há, inclusive, controle de presença, de tarefas e de avaliações. As provas foram realizadas por meio de ferramentas digitais, com horário e tempo determinados para resolução e acompanhamento dos professores por câmeras. E, assim como nas nossas práticas presenciais, os alunos que necessitam de acompanhamentos individualizados ou especiais, continuam recebendo essa atenção. “Dessa forma, estamos mantendo o calendário escolar. Faremos apenas uma antecipação de 14 dias das férias, pois o trabalho remoto intenso gera um cansaço nos alunos”, afirma Marlene.

A aluna do 3º ano do EM, Raffaella Ferretti, conta que foi justamente pela rotina que conseguiu se organizar e manter os estudos em dia. “Gostei do que o colégio está fazendo, a conexão é excelente, as plataformas funcionam bem. Mas claro que estou com saudade de ter aula presencial, é mais humano”.

Salto

Como diz o ditado, crescemos na crise! “Fico impressionada com o desempenho dos estudantes e da equipe pedagógica”, Marlene anima-se ao identificar os ganhos em meio a tamanho desafio. “Nossa capacidade de resolver questões de logística, desenvolver processos, adequar planejamentos para usar a tecnologia de maneira personalizada para cada professor e as necessidades de suas matérias foi imensa. Diria que crescemos em poucas semanas mais do que nunca”, completa.

Além do salto na gestão, identificamos também um amadurecimento dos jovens. Estamos atentos a como cada um está lidando com o estudo remoto. Se um aluno não entra em uma aula, por exemplo, entramos em contato, o chamamos para a responsabilidade. Recebemos retornos positivos das famílias, que passaram a ler mais juntos e a acompanhar mais de perto o estudo dos filhos.

Maria Eduarda Muricy, do 3º ano do EM, comemora o fato de estar conseguindo manter a rotina e se preparar para os processos seletivos das universidades. “Estou usando o tempo que gastaria para ir e voltar do colégio para estudar. Estou aproveitando a disciplina de preparação para o vestibular e as videoaulas do Intergraus, que fez parceria com o Novo Pátio”.

E, claro, todos nós estamos refletindo sobre a preciosidade do contato e da preservação da vida, sobre a saudade do abraço e do burburinho escolar!

E os adolescentes? Conversando sobre distanciamento social

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer o convite e o desafio de pensar  sobre esse assunto que é a adolescência, na atualidade e em uma adolescência atravessada por uma pandemia.

Bem, se pensarmos o adolescer como uma travessia que é marcada pelas questões presentes na sociedade, as marcas desse momento tão diferente das experiências que possuímos, certamente estarão presentes no adolescer atual. 

Pretendo aqui fazer algumas reflexões que podem nos ajudar a pensar como auxiliar nessa travessia ou pelo menos não atrapalhar demais, o que já é  bastante bom.

Mas, o que podemos falar como marcas importante desse período?

Usando uma recente conversa com pais, pensei em iniciar  essa discussão com vocês a   partir de dois aspectos, que são: O que entra em jogo na adolescência e a necessidade do grupo para o adolescente.

Quando falo sobre isso, muitas vezes as pessoas respondem: hormônios.

Sim, eles começam atuar e modificam corpos. Essa modificação, além de ser física, é um trabalho psíquico de reorganização, reordenamento de uma imagem… como me vêem, como me enxergam, como eu mesmo me vejo. Era criança, corpo de criança e, de repente, as coisas já não se passam da mesma forma. Mas também não se é adulto. O que fazer com isso, então? Com quem dividir essa experiência de estar em mutação? Nada melhor do que quem vive essa mesma experiência.

Também ocorre uma importante mudança em relação ao pensamento, que começa a poder fazer abstrações. Isso implica na capacidade de pensar longe de mim, explorar outras referências, questionar valores aprendidos na família, pensar em mudar a ordem estabelecida, criar…

Muitas vezes, essa potência de pensamento é muito mal vista pelos adultos, principalmente quando ela aponta justamente onde eles  falham: nas suas práticas, nos seus discursos, nas contradições entre um e outro.

Se o adolescente não é ainda adulto e já não é criança, precisa de um lugar. Esse lugar encontra, então, junto a outros adolescentes. Por isso andam em grupo, por isso dentro do grupo se parecem. Por isso os amigos são tão importantes.

Se durante a adolescência  precisam manter uma certa distância dos adultos, precisam de amparo para não se sentirem tão sós.  E sabemos que é na adolescência que começamos a nos questionar sobre  grandes perguntas da vida, como a morte, por exemplo.

Falamos dos amigos, mas ainda não tocamos na descoberta do outro sexo. É na adolescência que essa se constitui e as primeiras experiências são realizadas. Estou falando dos crushes, da paixão platônica, do interesse pelo garoto ou garota, ficar com um ou outro, como primeiros ensaios para vivências adultas que virão mais tarde.

Há  agora a ausência das festas, onde os ensaios e primeiros beijos normalmente ocorrem.

Existe a falta do espaço da escola, esse que muitos reclamam da necessidade de frequentar, mas que para próprio espanto declaram sentir grande falta.

Em uma grande cidade como São Paulo, muitos jovens só encontram outros, presencialmente, na escola. Nela é que as grandes amizades são feitas ou desfeitas, que os primeiros amores surgem, assim como os namoros, os grupos e a circulação por eles. Os outros interesses (diferentes da família), as novas ideias e a identificação com outras pessoas fora do âmbito familiar.

Bem, então, o que deve estar se passando com os adolescentes nesse momento de reclusão imposta, longe da escola, dos amigos?

Claro que cada adolescente é único e vive esse momento com as ferramentas que possui.Quanto maior for o  número delas e sua diversidade, tanto melhor.

Um adolescente que tem o hábito de ler pode achar resposta na experiência de outras pessoas sobre momentos de solidão, afastamento. A música, o cinema, as artes de forma geral, podem propor alternativas muito interessantes para esse momento.

A escrita é uma arma potente. Os que podem se valer dela ganham na elaboração de situações e sentimentos. Há ainda os jogos e as diversões, as habilidades manuais e as atividades físicas.  Enfim, alternativas. 

Por trabalhar em escola, tenho acompanhado muitas discussões sobre o seu  papel nesse momento. Vamos agora para a quinta semana dessa nova experiência. Falando  como psicanalista e não como pedagoga (essa parte da análise deixo para colegas melhor  capacitados que eu), que tenho visto com muito bons olhos o movimento das escolas, no sentido de propiciar atividades aos seus alunos. Algumas com maior, outras com menor facilidade, mas uma busca em ocupar esse espaço que foi abruptamente retirado. O que penso sobre isso? Que essa presença pode  auxiliar nossos adolescentes a refletirem e a atravessarem melhor os percalços desse momento.

Com isso não quero dizer que devemos falar todo o tempo da pandemia,  nem mesmo pensar que a experiência online possa substituir o presencial,  mas pode assegurar que recebam elementos que agucem seu pensar, que ajudem a construir possibilidades e formas de  lidar  com o que enfrentam  agora. 

Outro dia, um adolescente me dizia que tentava fazer as lições para se ocupar e “tirar da cabeça” as difíceis situações que estava vivenciando  por conta da quarentena. Claro que os conteúdos não resolverão, por si, essas dificuldades, mas ele os usava para impor um necessário distanciamento entre sentimento e necessidade de ação. O estudo possibilita e oferece alternativas, muitas vezes, a uma posição de absoluta impotência.

Bem,  por meio desses encontros virtuais que, volto a repetir, não são os ideias mas os possíveis no momento,  os adolescentes podem obter  maior repertório no encontro com seu grupo e com seus professores.

Todos que conhecem uma sala de aula, nem que seja da experiência como aluno, sabem que nela ocorre uma infinidade de possibilidades que vão muito além da simples transmissão de um conteúdo.

É também por meio desse encontro que podem obter diferentes formas de lidar com as  difíceis questões que se colocam nesse momento  e que eles compreendem bem,  diferente das crianças. 

Entendo que vivenciar essa experiência sabendo que nós, adultos, estamos dispostos a  auxiliá-los nessa travessia, por meio da  escuta, da  problematização da situação e levantamento de possibilidades continua a ser o melhor que podemos oferecer como escola.

por Olga Lima – Orientadora Educacional da Escola Projeto Vida


Disciplinas Eletivas – Conheça as opções

O Colégio Novo Pátio é o primeiro na zona norte a oferecer disciplinas eletivas para os alunos do Ensino Médio. Confira as opções disponíveis!

História da Arte

Por meio da História da Arte, estudamos as manifestações artísticas das civilizações consideradas importantes para a formação da cultura ocidental. O curso tem início com o estudo da arte pré-histórica e avança até a contemporaneidade, a exemplo da arte urbana; seus grafites, murais e demais linguagens que compõe a estética da urbe. A compreensão da arte nos possibilita entender a maneira como se deu o convívio dos homens nas distintas sociedades que existiram ao longo do tempo: sua composição social, as relações políticas estabelecidas entre grupos distintos, seus interesses econômicos e culturais.

Práticas corporais 

As práticas corporais alternativas (PCAs) geralmente são pouco exploradas nas aulas de Educação Física. Trabalham o corpo em função da mente e apresentam um ponto em comum: controlar a respiração, pois entende-se que é a partir dela que o indivíduo desenvolve o controle de seus pensamentos e ações, elevando o nível da consciência. São exemplos dessa prática: meditação, yoga, tai-chi-chuan, pilates, dança indiana, dança circular, entre outras. A disciplina aborda ainda os esportes não convencionais e práticas de condicionamento físico.

Projetos de Cultura de Inovação

Se você é adepto de “pôr a mão na massa” e encontrar soluções criativas para seus problemas, sem dúvida, está muito mais próximo da cultura maker do que imagina. Já parou para pensar em como a tecnologia nos facilitou encontrar soluções práticas (e de baixo custo) para nossas necessidades cotidianas? Hoje, é possível que você mesmo produza aquilo de que precisa. Na disciplina de Projetos, utilizamos a Cultura Maker como ponto de partida para a construção de uma cultura de inovação, em que o aluno será o explorador e construtor do seu próprio mundo. Com este objetivo, trabalhamos os conteúdos curriculares de forma exploratória, instigante e mais significativa.

Ação ambiental 

Com uma abordagem interdisciplinar e transversal, a disciplina possibilita aos estudantes protagonizar projetos de preservação e manutenção do meio ambiente, para uma melhor qualidade de vida na escola e comunidade. Preservar o meio ambiente é fundamental para manter a saúde do planeta e de todos os seres vivos que moram nele. Ao longo da existência humana, muitos dos recursos naturais foram sendo degradados, resultando no aquecimento global, alterações do ciclo natural da vida de animais e plantas, falta de água, poluição, entre outros. No futuro, isso tudo pode ser ainda pior, daí a importância desse tema.

Expressão oral em público (inglês)

É cada vez mais importante nos comunicarmos de maneira clara e eficiente em diversas situações como entrevistas, apresentações, vídeos ou mesmo em conversas. O desafio parece grande e, por isso, é preciso prática para atingirmos bons resultados.

Essa disciplina simula experiências em que a oralidade está presente, desenvolvendo habilidades que melhorarem a comunicação, o comportamento e a postura diante de tais situações. São trabalhados diferentes tipos de apresentações e suas práticas, além de estratégias, roteiros e tipos de performances.

Empreendedorismo e gestão de negócios 

No mundo moderno, empreender e saber gerir um negócio são competências cada vez mais úteis e desejadas pelas pessoas. O empreendedorismo se aplica não só na área de negócios próprios, mas também na vida pessoal e até mesmo quando atuamos como funcionários de empresas. Essa disciplina visa dar noções sobre abertura de negócios no Brasil, falando sobre as burocracias e exigências legais e também trabalhar com os alunos comportamentos empreendedores. O projeto final é “abrir uma empresa” e aferir o seu lucro durante um determinado período.

Desafios matemáticos 

O raciocínio lógico faz parte da nossa vida, não importa qual seja nossa área de formação. Resolver problemas é parte do cotidiano e também o motivo de sermos contratados para qualquer trabalho. Ter um bom raciocínio lógico é um componente essencial para se praticar a cidadania. Essa disciplina usa desafios matemáticos como ferramenta lúdica para estimular o aumento do repertório dos estudantes na resolução de problemas dos mais diversos tipos. Também tem como objetivo usar a lógica na resolução de testes de vestibular e concursos.

Iniciação científica 

Alguma vez você se perguntou o que possibilita os avanços científicos e tecnológicos e como as pesquisas são desenvolvidas? Para entender esse processo, precisamos compreender como o conhecimento é produzido, validado e nos aprofundarmos no estudo de metodologia científica. Uma das formas mais efetivas de aprender o funcionamento de um processo é “colocando a mão na massa”. Por isso, a disciplina de iniciação científica, tradicionalmente realizada no Ensino Superior, contribui para o crescimento sociocognitivo dos alunos, estimula o desenvolvimento do pensamento crítico e questionador, sistematiza a organização de dados e argumentos e, sobretudo, levanta possíveis soluções para os problemas identificados no processo. 

Sociedade literária 

Faz parte da essência do ser humano contar e ouvir histórias, por sua necessidade de criar e documentar seus feitos. É assim desde os tempos das pinturas rupestres em cavernas. Hoje, compartilhamos histórias e fatos por redes sociais. Se essas histórias vierem envoltas pela magia e encantamento da arte, tornam-se irresistíveis e transformadoras! A disciplina eletiva sociedade literária proporciona a experiência mágica e transformadora da leitura literária através do compartilhamento de obras clássicas, presentes em vestibulares, explorando seus recursos estilísticos, literários, contextuais, de linguagem e de produção de maneira mais dinâmica, dialógica e criativa, expandindo as demandas do Ensino Médio, aprofundando os estudos feitos na disciplina de Língua Portuguesa em sala de aula.

Espanhol

O curso de espanhol do Novo Pátio tem dois eixos principais: comunicação e cultura. A ideia é que os alunos fomentem o próprio repertório cultural a partir das mais variadas competências idiomáticas, sobretudo, a oralidade. Os exercícios em sala de aula têm vieses contextuais e práticos, priorizando a comunicação em situações cotidianas. Lemos e trabalhamos também com obras literárias hispânicas, além de textos e temas que despertem interesse pela pluralidade cultural.

Experiência em laboratório

A experimentação para compreensão de fenômenos naturais está fortemente vinculada à habilidade humana de transformar o mundo ao nosso redor. Fenômenos físicos, químicos e biológicos ocorrem a todo momento e com a prática é possível aprofundar seu entendimento, do ponto de vista e metodologia científicos, verificar a validade das teorias vistas em sala e confirmar ou refutar conhecimentos do senso comum de forma empírica.

Os alunos são convidados a participar de forma ativa em todas as etapas do processo de investigação científica: observar, perguntar, analisar demandas, propor hipóteses, elaborar modelos e explicações, desenvolver, divulgar e implementar soluções para resolver problemas cotidianos, entre outras. 

Ação social

O curso desenvolve nos alunos a dimensão da solidariedade, a percepção da importância de nossas ações quanto ao cuidado com o outro. Além de aulas teóricas, também teremos visitas e ações concretas em instituições que apoiam pessoas em condições de vulnerabilidade.

Vivendo na cidade

A reflexão sobre os problemas e os valores da vida urbana, as relações interpessoais, as relações com o espaço de convivência, bem como a identificação de dificuldades próprias da vida na cidade e suas possíveis soluções, norteiam esta disciplina eletiva. O curso visa também desenvolver um olhar crítico e construtivo sobre a vida nas metrópoles. 

Colégio Novo Pátio é pioneiro em disciplinas eletivas na zona norte

A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental já foi aprovada e está em vigor em todo o país. A próxima etapa é a implantação da BNCC para o Ensino Médio. Com ela, as escolas deverão reestruturar seus currículos para contemplar as habilidades e competências a serem desenvolvidas nos três anos finais da educação básica. O Colégio Novo Pátio, atento às inovações e necessidades dos jovens do século XXI, sai na frente e é o primeiro na zona norte a implantar as mudanças propostas pela BNCC.

Depois de um estudo profundo da nova Base pela equipe pedagógica e de gestão, a matriz curricular passou por uma mudança que traz uma abordagem ainda mais individualizada para nossa proposta pedagógica. A grade, agora, tem disciplinas obrigatórias e eletivas. Assim, os alunos podem escolher algumas áreas de maior interesse para aprofundar seus estudos e se preparar para os processos seletivos das universidades, que abordam cada vez mais temas da atualidade e de maneira transdisciplinar.

A possibilidade de escolher parte da matriz curricular enriquece os estudantes em diversos aspectos. Além de aumentar a variedade de temas estudados, dá a oportunidade de aprofundar o conhecimento em determinadas áreas, iniciar o pensamento científico e amadurecer o senso de responsabilidade sobre seus projetos de vida. É também uma chance para o adolescente entrar em contato com assuntos antes desconhecidos e ampliar seu olhar em relação às possibilidades de cursos superiores.

No total, são oferecidas 14 disciplinas eletivas: História da Arte, Prática Corporal, Projetos de Cultura de Inovação, Ação Ambiental, Expressão Oral em Público (em inglês), Empreendedorismo e Gestão de Negócios, Desafios Matemáticos, Iniciação Científica, Sociedade Literária, Atualidades, Espanhol, Experiência em Laboratório, Ação social e Vivendo na Cidade.

O futuro das profissões


O mundo atual se transforma em alta velocidade. Todos os dias, novidades surgem nas mais diversas áreas, enquanto hábitos e modos de fazer as coisas tornam-se obsoletos. Diante disso, os jovens precisam se preparar para as demandas e realidades do futuro. Estudos mostram que algumas profissões devem acabar e outras, surgir. Mas, especialmente, que haverá novas ocupações para as profissões já existentes. 

Se olharmos ao redor, veremos que muito desse futuro já está acontecendo. As pessoas estão criando novas maneiras de exercer atividades convencionais. Exemplos não faltam: um jornalista, que décadas atrás dependia de um emprego em redação de jornal, hoje pode atuar como blogueiro ou produtor de conteúdo para empresas. Um professor de música vende aulas online e uma secretária atende vários clientes sem nem sair de casa, com a ajuda de plataformas digitais.

Além das novas maneiras de atuação, também surgirão novas profissões, em especial relacionadas à tecnologia. Quando tentamos projetar as áreas de trabalho mais promissoras dentro de uma ou duas décadas, precisamos refletir sobre como será o profissional do futuro. Do que o mundo precisa e que habilidades devem ser desenvolvidas? Também é preciso levar em consideração as realidades locais, pois as demandas em um país ou região variam bastante. 

De qualquer forma, há uma tendência comum em quase todo o mundo: estamos entrando na 4ª Revolução Industrial, marcada pelo uso intensivo da inteligência artificial. Máquinas já começam a aprender a executar atividades não repetitivas e criativas, o que deve mudar o mercado de trabalho nos próximos anos. Podemos pensar, por exemplo, nos diagnósticos médicos por imagem. Atualmente, um médico analisa as imagens e faz o laudo, mas a tendência é que um enorme banco de imagens ofereça aos computadores as informações para laudos precisos, sem depender do olhar humano! 

Nesse cenário, profissionais que ajudem as pessoas e empresas a gerenciar suas vidas devem ganhar importância. Os “coaches” terão espaço em diversas áreas, como saúde, carreira, aposentadoria, gestão de informações online etc. Aqui, novamente, podemos pensar em novas atuações para antigas profissões. Afinal, coaches não deixam de ser professores. Um coach de saúde, que acompanhe sua família e pense na prevenção de doenças se assemelha muito aos tradicionais médicos de família.

Para ajudá-lo a se preparar para esse mercado em ebulição, nos debruçamos em diversos estudos sobre o assunto e listamos as principais áreas promissoras e as habilidades necessárias para se destacar no futuro.

ÁREAS PROMISSORAS: 

Sustentabilidade: gestão de resíduos e transformação do lixo em fonte de energia.

Infraestrutura: logística de circulação de robôs no espaço aéreo e terrestre.

Saúde e qualidade de vida: serviços e produtos voltados para a terceira idade, cuidados com as relações humanas e telemedicina.

Recursos humanos: gestão de interação homem-máquina nas corporações.

Marketing e vendas: criação e promoção de novos meios e estratégias digitais.

Tecnologia da informação: gestão de banco de dados, gestão de informações pessoais e empresariais no mundo digital, informatização e robotização.

Direito: gestão e defesa tributaristas, gestão de parcerias comerciais e fusões empresariais, relações trabalhistas e de prestação de serviços e direito digital.

Educação: educação à distância, realidade virtual, educação não formal.

HABILIDADES NECESSÁRIAS:

– Altas habilidades cognitivas: instrução e escrita avançadas, habilidades quantitativas e estatísticas, pensamento crítico e capacidade de processamento de informações complexas.

– Habilidades sociais e emocionais: avançadas de comunicação e negociação, empatia, aprendizado contínuo, capacidade de gerenciar os outros e adaptabilidade (inteligência emocional).

– Habilidades tecnológicas: em tecnologia da informação, análise de dados, engenharia e pesquisa.

Filosofia Novo Pátio

Sobre a (in)utilidade da Filosofia

Os filósofos, dialogadores entre si há milhares de anos, discordam em muitas coisas, concordam em umas outras tantas, mas parecem unânimes quanto à utilidade da Filosofia: ela é inútil. De fato, ela não ensina nada de prático. Na batalha diária pela sobrevivência, os filósofos ou as filosofias são acessórios desingonçados, pouco funcionais. 

Por outro lado, aquilo que é inútil tende a desaparecer e ser esquecido. Curiosamente, a Filosofia permanece viva desde sua “fundação” na Grécia, há cerca de três mil anos. Aliás, os primeiros filósofos gregos tinham um objetivo prático com a pesquisa filosófica: organizar a sociedade. Além disso, ela, a Filosofia, é a mãe de várias ciências práticas, como Astronomia, Matemática, Física, História e até Medicina, entre tantas outras.

Paradoxalmente, é inútil mas necessária, como a poesia e a música. Justamente por não ter uma utilidade objetiva, é importante, porque pode se dar ao luxo de fazer certos questionamentos. 

Ao longo dos séculos, filósofos fundaram escolas de pensamento que deram origem a várias correntes políticas, à ideia de Estado, às formas de organização do Estado, às correntes pedagógicas, à Ciência, ao Direito… uma lista de concepções úteis e unanimemente práticas fundadas por uma atividade inútil. Inútil mas necessária.

Os primeiros filósofos gregos são considerados os primeiros cientistas. Tales de Mileto, primeiro filósofo ocidental, enriqueceu devido à sua atividade reflexiva: estudou metodologias para analisar mudanças climáticas. Comprou todos os instrumentos de agricultura um ano antes e, no ano seguinte, alugou os instrumentos para a colheita de azeitonas, pois ele percebeu devido aos seus estudos que seria um ano bom para a produção de azeitonas. 

A própria metodologia científica é oriunda da Filosofia, que passou a questionar o funcionamento do mundo e a origem divina. Boa parte da educação moderna também foi pensada por um filósofo, Rousseau. 

Platão tem um objetivo para sua filosofia, também Aristóteles. Nenhum deles pensou filosofia apenas por curiosidade e puro exercício intelectual, esse parece ser o hábito de “filósofos” contemporâneos. Claro que se pode pensar sem Filosofia, mas ela é necessária; é claro que se pode organizar uma sociedade sem Filosofia, mas ela é necessária.

Para entender o mundo e como nos organizamos ou mesmo mudá-lo, é preciso olhar para o que esses pensadores criaram e dialogar com eles. A Filosofia é necessária na escola para ensinar a pensar, a nos ajudar a compreender o mundo e nossas vidas. “Eduque as crianças e não será necessário punir os homens”, ensinou Pitágoras 500 anos antes de Cristo.

William Rolderick Vasconcelos – Professor de Filosofia do Colégio Novo Pátio

Formação na era da informação. Desafios para uma escola moderna.


Não é novidade para ninguém que no mundo em que vivemos, a quantidade de dados e informações aumenta de modo avassalador. Observe o gráfico a seguir:

Uma imagem contendo texto, mapa

Descrição gerada automaticamente

O gráfico relaciona a quantidade de dados digitais existentes com os respectivos anos (de 2009 a 2020). A quantidade de dados está medida em exabytes. Cada exabyte vale 1 quintilhão de bytes, ou seja 1 000 000 000 000 000 000 (um seguido de dezoito zeros) de dados! Somente no período de 2010 a 2020 essa quantidade cresceu cinquenta vezes! Assim, se há alguns anos a questão central era ter acesso à informação, hoje vivemos o problema da seleção e organização dessa informação. 

Essa questão vem afetando a vida de toda a comunidade escolar – professores, alunos, pais e direção. Hoje um dos papéis mais relevantes da escola é justamente o de ensinar seus alunos a selecionar e organizar as informações. Para tanto ela deve cumprir sua missão intrínseca que é a de ser formadora de alunos.

Os conceitos de formação e informação não são totalmente claros para todas as pessoas e inclusive são comumente confundidos. Informação, atualmente, está plenamente disponível a todos. Praticamente não existe um único tema sobre o qual o “grande oráculo Google” não saiba discorrer, mesmo que seja de maneira rasa. Mas o que fazer com essa informação? Como selecionar o que é relevante? Como organizá-la? Como descobrir se são “fake news”? 

Se fosse tão simples, seríamos especialistas nos mais variados assuntos, apenas acessando os conteúdos disponíveis na internet. Mas a coisa não é simples assim. Aí entra o papel da formação.

Formar é mais do que informar. Formar envolve dar bases sólidas de leitura e interpretação de texto, para que a pessoa possa compreender o que lê e a partir dessa leitura tirar suas próprias conclusões e posicionamentos. Formar é dar uma base sólida de matemática, para que o aluno possa construir raciocínios lógicos que serão importantes em qualquer atividade em que resolva se envolver. Formar significa ter uma boa noção das Ciências Humanas e da Natureza, para que tenha repertório cultural suficiente para exercer sua cidadania de forma plena. Conhecer línguas estrangeiras importantes, como o inglês e o espanhol, entre outras, é parte da formação e vai permitir ao aluno se sentir mais pertencente ao mundo globalizado em que vivemos e certamente abrirá inúmeras oportunidades em sua vida. Formar envolve também trabalhar valores morais e criar vínculos. Envolve tornar o aluno cada vez mais autônomo e protagonista de seus caminhos. Formar é muito mais, portanto, do que apenas informar.

Tudo isso que foi citado vai ajudar o aluno no processo de selecionar informações ao longo da sua vida. Assim, para selecionar bem o conteúdo, é preciso ter boa formação. Agora, com relação ao como organizar as informações, cabe aos professores serem os capitães dessa nau. Felizmente, hoje temos à disposição muitas ferramentas digitais, que podem ajudar muito nessa missão. Gostaria de falar um pouco sobre a que usamos no Colégio Novo Pátio: o Google Classroom.

Trata-se de uma plataforma digital educacional na qual os professores podem fazer a gestão das atividades escolares. Nela é possível fazer o “diário de bordo” do curso, postando conteúdos nos mais diferentes formatos (textos, músicas, videoaulas etc.), colocando os temas trabalhados nas aulas, as datas de provas, passar tarefas e lições de casa (até com possibilidade de autocorreção), montar tópicos para discussão em grupo, entre outras funcionalidades. Os pais podem ter acesso à ferramenta também se for de sua vontade. A plataforma tem uma interface bastante amigável, de fácil acesso e compreensão, podendo ser acessada por um computador, tablet ou mesmo um celular. À medida em que o aluno se habitua com a ferramenta, ele também trabalha a sua autonomia. 

O professor que organiza bem seu curso facilita enormemente a sua vida e a de todas as outras partes envolvidas no processo escolar. Uma boa organização ajuda a gerar empatia e serve de inspiração e modelo na formação de seus alunos. 

Reunir todas essas qualidades: a excelência na formação para proporcionar discernimento aos alunos na hora de selecionar informações, com os recursos tecnológicos e humanos que ajudam a organizálas, são grandes desafios para as escolas do século XXI. Isso é o que procuramos fazer na nossa escola, o Colégio Novo Pátio. Uma escola que se preocupa com conteúdo, com o ENEM, com vestibulares, com metodologias ativas e novas tecnologias; e que ao mesmo tempo possui um caráter humanista proporcionando uma sólida e ampla formação a seus alunos, jamais esquecendo-se o que eles são na essência: seres humanos.

Cláudio Behr – Professor de Matemática do Colégio Novo Pátio

Grupo de Estudo Orientado: como estudar no Ensino Médio?

No Ensino Médio, os alunos são expostos a uma quantidade crescente de conteúdo acadêmico e a diferentes modelos de avaliação. As demandas escolares e a proximidade com os vestibulares e processos seletivos das universidades podem gerar tensão nos estudantes. Nessa fase, é importante que os adolescentes aprimorem seus processos de estudo e conquistem autonomia na busca pelo conhecimento. No Colégio Novo Pátio, as metodologias ativas de ensino e aprendizagem colaboram nessa tarefa não só durante as aulas, como no contraturno, com o Grupo de Estudo Orientado (GEO). 

O GEO vai além de uma aula de reforço ou plantão de dúvidas. Disponível para todos os estudantes diariamente no período da tarde, é um momento de aprendizagem entre pares com mediação de professores. Identificamos as dificuldades, facilidades e necessidades de cada um de nossos alunos e, a partir daí, construímos com eles uma estratégia de estudos eficiente.

Além de revisar os conteúdos ministrados em aula e fazer exercícios, leituras, resumos e outras propostas, os alunos colaboram uns com os outros, desenvolvendo suas capacidades e habilidades de ensinar, explicar e argumentar sobre um saber ou ponto de vista. 

Sempre com professores titulares disponíveis para orientar os estudos, a prática da aprendizagem coletiva traz benefícios como desenvolvimento da capacidade de trabalhar em equipe, empatia e espírito colaborativo, afirmação da autoestima, reforço do conteúdo aprendido e amadurecimento emocional.